quarta-feira, 24 de março de 2021
Aula no Google Meet cancelada 24/03
Webinar "Pibid e PRP nas escolas de alagoas: interações, conexões e saberes" 24/03/2021
O tema do webinar dos programas Pibid e Programa de Residência Pedagógica (PRP) do dia 24 de março de 2021 foi “A preparação para educação no século XXI". No evento, a professora Suzana Barrios falou sobre a cultura de preparação dos estudantes para o mercado de trabalho, numa visão competitiva.
Segundo a professora, é de grande importância que os pibidianos e residentes do PRP reflitam sobre a realidade da educação no mundo atual e, que, junto aos professores supervisores, aos coordenadores de área e aos outros agentes envolvidos nos programas, debatam sobre como construir uma educação de qualidade,
Num momento bastante interessante, a professora citou o escritor Joe L. Kincheloe e suas reflexões sobre as imposições feitas aos professores na sociedade atual:
Fazer pelo fazer;
Seguir regras;
Moldar os alunos;
Seguir os livros-guias (seguir piamente os livros didáticos);
Privilegiar a individualidade, a competição e a técnica.
A professora Suzana afirmou que, na realidade atual, os professores têm pouca autonomia político-pedagógica no exercício da profissão, o que se configura como um grande problema, pois o professor acaba tendo pouca participação no planejamento de suas próprias atividades e, consequentemente, seus conhecimentos sobre a prática de ensino são pouco utilizados. Ela acrescente que, contraditoriamente, quando ocorrem discussões sobre maus resultados em termos de desempenho dos alunos, os problemas recaem sobre os professores e sobre as escolas.
Aprofundando ainda mais nessa questão, a professora destacou que os professores brasileiros têm sido capacitados para a aplicação do que é estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB) e na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e que projetos como o Pibid e o PRP devem fazer uma melhor articulação entre teoria e prática nas escolas, tendo os bolsistas e colaboradores a função de ajudar os professores na elaboração e na aplicação de aulas que não sejam simples reproduções de atividades preestabelecidas por outros.
A professora também defende que, seguindo apenas os manuais de aplicação, os professores passam a educar para que os formandos sejam dóceis e aceitem o que lhes é imposto em termos socioeconômicos; que o Pibid e o PRP devem questionar o papel social da escola; que é importante obter informações in loco de como como os alunos adquirem um melhor aprendizado, partindo da realidade dos alunos e das escolas para a formulação de normas e não impô-las de cima para baixo, sem a participação do aluno, do professor, da escola e da comunidade escolar como um todo; que é preciso acabar com a visão de que a universidade detém a teoria e que a escola detém a prática, passando a visualizar que ambas possuem os dois aspectos e; que os projetos do PIBID não devem ser prescritos/estabelecidos totalmente antes da aplicação prática, pois, se ocorrer assim, não haverá troca entre a universidade e a escola.
Uma questão diferente levantada por Barrios, mas que ainda está diretamente ligada às questões anteriores é a da existência de uma percepção errada que está enraizada na sociedade até hoje: a de que as licenciaturas não fazem pesquisa. Ela defende que a pesquisa na licenciatura se dá por meio da crítica às estruturas tradicionais de ensino e que programas como o Pibid são as portas para a mudança. A professora também explicou que os alunos dos cursos de licenciatura que participam desses programas têm uma visão mais ampla sobre a prática da educação do que os alunos que apenas frequentam as aulas na universidade.
Por fim, a professora deixou os seguintes questionamentos para quem acompanhava o webinar:
Que Educação para o Séc. XXI nós queremos?
Como o PIBID e o PRP podem contribuir para ser uma força viva nas escolas fomentando/consolidando as experiências de desenvolvimento do currículo, dos profissionais da educação e dos estudantes?
Que experiências nesses programas podemos salientar como representativas da construção de conhecimentos pedagógicos relevantes para a melhoria da qualidade da educação para todos?
segunda-feira, 22 de março de 2021
Reunião com a professora-supervisora 22/03
Os professores da escola devem desenvolver um roteiro quinzenal de atividades. Esse roteiro pode ser adaptado no decorrer das aplicações das atividades;
Alguns alunos não possuem aparelho de telefone ou computador;
Alguns alunos, por não possuírem um aparelho de telefonia, fazem uso do celular dos pais, o que ocasiona a não participação de muitos deles nas aulas síncronas porque. Por vezes, na hora de aula, o aparelho compartilhado está em posse dos pais ou ainda com outros membros da família (em muitos casos, há mais de um filho em idade escolar que utiliza o mesmo aparelho);
Alguns alunos não possuem plano de Internet fixa. Neste caso, eles se conectam por meio de dados móveis e, consequentemente, não conseguem ficar sempre disponíveis nas atividades no Google Meet e/ou no Whatsapp;
Uma outra ocorrência é a de alunos que apresentam resistência às aulas online;
A professora Socorro costuma fazer uma pesquisa diagnóstica, no início do ano letivo, por meio de formulário do Google, para entender melhor os perfis dos alunos, gostos pessoais etc.
As duas turmas da professora têm grandes números de alunos matriculados, mas, apresentam baixa adesão às atividades remotas;
A professora faz parte do programa BUSCA ATIVA. A responsabilidade que ela assume por meio do programa é a de entrar em contato, constantemente, com os alunos e com os pais para falar das atividades desenvolvidas, inteirar-se dos motivos das faltas dos alunos e tentar convencer os alunos a participarem das aulas;
A percepção da maior parte dos pais dos alunos da professora acreditam que os filhos não estão conseguindo progredir no aprendizado por meio das aulas remotas.
quarta-feira, 17 de março de 2021
Oitava reunião do Pibid-LPT Ufal 17/03
O professor Luiz nos passou as seguintes orientações:
Instruções sobre os registros no blog:
Postar fotos das reuniões;
Postar três diários reflexivos por semana;
Áudios e textos de descrição das atividades realizadas;
Cada atividade exige uma postagem diferente e o conteúdo deve ser postado como um diário de classe
Sobre o conteúdo das postagens sobre as aulas:
Fazer registro de contato com as aulas e também das intervenções;
Fazer reflexões sobre o que acontece nas aulas;
Discutir com a professora supervisora sobre as aulas, metodologia utilizada etc.
Inicialmente, os bolsistas devem observar as aulas e, nas aulas seguintes, com o aprendizado e o envolvimento com o processo de ensino-aprendizagem, integrar-se na preparação dos materiais e na participação ativa durante as aulas.
Apresentação das professoras-supervisoras
Na sequência da reunião, as professoras supervisoras nos apresentaram um pouco mais sobre as escolas em que elas trabalham.
Professora Mércia
A professora Mércia foi a primeira a se apresentar. Ela falou dos aspectos físicos da escola, do processo de planejamento e também de questões formativas. Sobre as questões formativas, ela disse que os professores da escola em que ela trabalha participaram de atividades de orientação para o período de volta às aulas no ambiente virtual no período da pandemia.
Neste ano letivo, a professora ficou com turmas de nonos anos vespertinos da Escola Estadual Alfredo Gaspar de Mendonça.
Professora Socorro
A professora Socorro nos apresentou a E. E. Dr. Fernandes Lima e explicou a configuração de turmas que a escola tem: turmas do sexto ano ao ensino médio nos períodos da manhã e da tarde, enquanto que, à noite, as aulas acontecem para alunos do EJA.
A professora nos explicou também que a escola foi projetada como uma escola-modelo, que é a única escola estadual do bairro e que, por ter sido uma escola-modelo, ela tem uma boa estrutura, contando com auditório, biblioteca, sala de informática e etc., mas que algumas coisas já não estão mais funcionando.
Duas reuniões de planejamento e formação
A professora nos falou que, na primeira reunião, os professores foram orientados a trabalhar com competências socioemocionais da BNCC. As 10 competências gerais.
A professora também contou que os professores da escola responderam um questionário da rede de ensino. Na segunda reunião de planejamento, os coordenadores e os diretores definiram as turmas em que os professores ficariam.
Outras questões pertinentes:
Os professores são orientados a seguir a portaria do estado para as escolas estaduais;
Início do ano letivo de 2021 se deu no dia 10 de março do corrente ano.
O ano letivo vai ser composto por 200 dias letivos;
A professora destacou que este ano é ano de avaliação do Ideb e de aplicação da Provinha Brasil e que, por isso, ocorrerão momentos nas aulas de LP dedicados à preparação para a Provinha Brasil (tópicos de destivores da prova Brasil) ;
A professora Socorro é a responsável pelos nonos anos “A” e “B”;
As aulas por videoconferência com a turma ocorrem às quartas, das 07h30 às 08h30, por meio do Google Meet. A professora envia um roteiro pelo Whatsapp aos alunos e também realiza atividades por meio dessa plataforma;
A primeira aula deste ano letivo teve como foco o reconhecimento entre as partes, a apresentação do calendário letivo e orientações gerais.
Professora Mitia
Assim como as demais professoras, a professora Mítia falou sobre os aspectos estruturais da escola, legislação, regras para ensino nas aulas remotas e sobre as experiências com o ensino na escola participante do projeto. A maior diferença de suas atividades em relação às demais professoras fica por conta de que a escola em que ela trabalha é a única da rede municipal de ensino que participa do Pibid-LPT do Campus A. C. Simões. A professora é parte do corpo de professores da Escola Municipal Doutor Pompeu Sarmento.
A professora também destacou que os professores da escola têm um planejamento mais autônomo nas disciplinas em relação às escolas estaduais, no que compreende os programas de ensino e as instruções para as atividades.
quarta-feira, 10 de março de 2021
Sétima reunião do grupo do PIBID-LPT 10/03
Na reunião do dia 10 de março, o professor Luiz falou sobre a importância de o grupo de pibidianos fazerem leituras das publicações dele, da professora Andréa e das professoras das escolas, que estão em seus respectivos blogs. O professor também nos mostrou a “Galeria Espaço Escola” e nos apresentou os trabalhos desenvolvidos pelas professoras supervisoras. Ele também nos indicou outros blogs de autoria dele e da professora Andrea. Nos blogs dele, encontrarmos materiais de cursos ministrados por ele, reflexões próprias sobre abordagens educacionais em Letras e outras produções, que podem ser de grande contribuição para a nossa experiência no Pibid, na nossa vida acadêmica e para a nossa inserção no mercado de trabalho.
O professor também nos disse que devemos criar marcadores nos blogs com as datas das reuniões e seus respectivos relatórios/comentários para uma maior facilidade de apreciação e controle.
Dando prosseguimento à reunião, a professora Andréa retomou o debate sobre a abordagem da etnografia na educação, por meio da atividade de análise, por parte dos pibidianos, dos artigos disponibilizados na reunião anterior. Numa dinâmica bastante curiosa, um professor ou aluno selecionava outro membro do grupo para responder uma questão sobre o artigo e, assim, foi-se criando um bom meio de integração.
A reunião terminou com uma discussão sobre as obras literárias canônicas e as não canônicas e suas possibilidades de trabalho no ambiente escolar contemporâneo.
quarta-feira, 3 de março de 2021
Segunda atividade de etnografia - Pibid Letras/Português - Ufal 2020
Atividade do Pibid Letras - Português/Ufal
Imagem da Internet
Estudo Etnográfico por meio de artigos de ex-pibidianos e de seus professores coordenadores
Leitura 1:
PEREIRA, A. O ingresso na prática docente dos letramentos sociais. Revista Linguagem em Foco, v. 12, n. 3, p. 260-279, 22 jan. 2021.
Após leitura individual do artigo (1), identifique no artigo
momentos, marcas, sinais de que há uma preocupação dos participantes da pesquisa – professor-pesquisador; bolsistas/colaborador em formação – em construir um “lugar de fala”, que aponta para posturas e imposturas;
No artigo, a professora coordenadora Andréa mostra a importância de visualizar a realidade do outro na abordagem de estudo (p. 264) e explica que entendeu a necessidade de intervir na relação dos bolsistas com a leitura antes que eles fossem à sala de aula incentivar os alunos a lerem (p; 268).
Os pibidianos que estavam no 7º A ouviram os alunos e, em conjunto, definiram o cordel como gênero textual, levando em consideração a questão cultural, o gosto e o interesse dos alunos na escolha do gênero. Os pibidianos também relataram que visualizaram um início difícil nas produções dos alunos, mas o bom uso do “saber estar com” fez com que bons resultados fossem obtidos. Então houve uma integração desses dois saberes, o que promoveu uma quebra na percepção inicial que apontava para uma baixa adesão dos alunos (p. 272).
Os relatos de Eduardo Carvalho apontam para a necessidade de troca na prática de ensino-aprendizagem. Ele visualizou que os alunos foram mais participativos quando puderam ser parte do processo decisório, não recebendo uma proposta pronta e inalterável (p. 274).
onde pode ser vista ou entrevista a noção de WINKIN (1998) do “saber estar com!”, que aponta para a postura de não neutralidade do pesquisador no campo.
Quanto ao 7º “A”, é relatado que os alunos não possuíam o hábito de leitura e se sentiram pouco motivados com as atividades propostas pelo grupo do Pibid, então os pibidianos propuseram uma entrada à obra por meio do filme que adapta o livro, apontando a não neutralidade deles na sala de aula (flexibilidade) e também uma boa postura como docentes em formação (o interesse de fazer as atividades darem certo e o compromisso com a prática de ensino) (p.271).
Carvalho conta em seu relato que o grupo de pibidianos questionou os alunos sobre como eles se aprofundaram na obra desde o encontro anterior, mas só receberam a resposta de uma aluna. Essa aluna contou que assistiu o filme que adaptou a obra de trabalho da turma (O Guia do Mochileiros das Galáxias). Dessa deixa, eles aproveitaram a oportunidade e a inseriram mais fortemente no contexto da aula, dando a ela a tarefa de contextualizar a obra para os colegas (p. 275).
Carvalho também fala que os pibidianos se atentaram ao fato de que a aula estava ficando tediosa e, por isso, decidiram levar os alunos para fazerem uma leitura compartilhada no pátio, o que tornou certos momentos inaudíveis para alguns alunos. No entanto, comenta que, por meio de discussões com a turma, os alunos conseguiram captar o que foi lido (p. 275).
Leitura 2:
SILVA, Daniela Ferreira; SIQUEIRA, Thalyta V.; GOMES, Luiz Fernandes. Pedagogia Transmídia: reflexões sobre uma proposta de leitura literária dentro da cultura de convergência.
Após leitura individual do artigo (2), identifique
Em que medida o trabalho pedagógico proposto pode ser relacionado à noção de WINKIN (1998) do “saber ver!”, ou seja, saber rever e repensar sua crenças, valores, conhecimentos cristalizados em função de uma determinada experiência com o “outro”.
As bolsistas relatam que a escola em que o grupo trabalhou possuía um projeto de leitura de clássicos da literatura e apresentou certa resistência na aceitação de um projeto que fosse alinhado aos multiletramentos (p. 123 e 127), no entanto, o grupo do de pibidianos não se deram por vencidos e deram prosseguimento às atividades, alinhando-se às práticas que regem o programa.
Elas também comentam sobre o quão receosas estavam no início das atividades do Pibid quanto aos interesses dos alunos pela leitura e (consequentemente) pela participação deles nas atividades propostas. No entanto, elas repensaram esse julgamento ultrapassado sobre a prática de ensino-aprendizagem, quando entenderam que os jovens mostraram disposição para a leitura e para a prática de atividades colaborativas, desde que eles fizessem parte das escolhas, sendo ativos em todo o processo e quando não fossem estabelecidas estruturas hierárquicas que só servem para promover status e a distância na relação entre professores e alunos na sala de aula (p. 134).
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021
Sexta reunião do grupo do Pibid 24/02/21
A reunião começou efetivamente com a apresentação da atividade de abordagem etnográfica sobre o filme “Xingu”, de 2012.
Atividade: “encontro com o outro”
Como se deu esse encontro?
Representantes dos grupos foram determinados previamente para a apresentação:
Grazi e Nayara
Mateus e Nathally
Waneska
Os pibidianos apresentaram momentos-chave do filme em que ocorrem encontros com “o outro”/uma nova cultura.
Mateus e Nathally
Os caiabis sendo mal recebidos pela outra tribo, por serem tribos diferentes. Cláudio se vê dentro de uma batalha entre duas tribos e se insere no contexto. As tribos se reconhecem como diferentes. São "outros" diferentes, mas ocupam o mesmo local de fala.
Quanto a Cláudio, apesar de ter uma identidade real, e mesmo sendo branco, fala como se fosse parte da tribo. Ele se coloca dentro daquele local para apaziguar a situação.
Wanneska
Cacique caiabi sendo ameaçado por Cláudio. Apesar do contato e da compreensão, a voz do homem branco se sobressaiu. A violência. A arma de fogo.
Grazi
Escambo. Trocas de objetos, comida e etc. entre brancos e índios.
Professora Socorro: É preciso “despir-se” para abraçar o outro e sua identidade.
Nayara
Defesa das terras e da cultura indígena pelos irmãos Villas-Bôas.
Pontos explanados pela professora Andréa sobre a Etnografia e Linguística Aplicada:
É preciso desconstruir o eu formado até o hoje para adentrar numa nova realidade para que isso possa ser eficaz.
É preciso estudar com postura.
Agir de forma individualista é uma impostura.
A postura do pibidiano deve ir para além de uma bolsa. Isso, na verdade, é uma questão periférica. Há uma questão idealista maior: fazer a diferença, dentro de suas limitações.
Quando se está numa relação educativa, se está dentro de um lugar social. No Pibid, ocupamos um lugar.
O filme “Xingu” mostra uma diminuição da relação hierárquica. Na sala de aula, é preciso também diminuir essa distância no território da aula.
Para conseguir entender melhor os alunos, não se pode interpretar antes de descrever.
Etnografia - É preciso ficar “ficar cego” na abordagem.
Noção: Saber ver
Etnografia educacional: estranhamento com o "velho". É necessário quebrar com o que é visto como tradicional, definitivo e preconceituoso e estranhar a crença de que um aluno visto como difícil não vai ser produtivo. É compreender que todos têm potencial.
Nocao: "Saber estar com"
Quando se entra em campo, não se está mais neutro. Não há neutralidade. O profissional faz parte daquela realidade. É preciso exercitar a empatia e dar voz aos alunos. Não se pode impor a sua verdade.
Noção: Saber escrever - o trabalho do pesquisador
Conhecer e reconhecer seu lugar de fala como professor: posturas e imposturas.
Saber descreve a realidade.
Confrontar as crenças a partir do estranhamento.
Mostrar a relação com o outro. Esse outro é objeto da pesquisa/estudo.
Entender quando se deve ceder e quando não. Isso sem abrir mão de sua visão pedagógica.
Descrever os eventos, em parte, pela visão do outro, compreendendo os significados desses eventos para o outro.
Reunião do grupo geral do Pibid 14/04
Os projetos começam a ganhar vida Na reunião do grupo geral do Pibid, que aconteceu na tarde desta quarta-feira, as professoras supervisoras...
-
Imagem da Internet O resultado da seleção para o PIBID/Ufal 2020-2021 foi enviado para a publicação na página dos cursos de Letras, no site ...
-
Na reunião com o grupo completo do Pibid no dia 31 de março, o professor Luiz explicou que os relatos nos blogs devem ser obj...
-
Print da nossa primeira reunião virtual - Google Meet A nossa primeira reunião, mediada pelos professores Luiz Fernando Gomes e Andréa da ...


